Meu intuito era somente checar alguns e-mails antes da viagem, mas acabei por me lembrar o quanto eu gosto de estar aqui.
Aqui estou então!
Esses últimos dias vem sendo bastante confortáveis. Pelo menos no sentido laborativo, por assim dizer.
No novo trabalho anda tudo bem calmo, aliás, lá é muito calmo. Por isto, dedico os meus dias tão somente à criar gosto pela nova função.
Vem dando bastante certo pois, nada é muito difícil tampouco cansativo ao ponto de desgastar.
No que tange aos assuntos sentimentais tudo anda conforme o vento leva. Estou tentando (ainda) me salvar, tentando me manter segura e talvez não pensar.
Descobri que tenho épocas. Em certas períodos deixo simplesmente de falar e de pensar nele. Mas em outros o nome dele me vem a cabeça e me escorrega pela língua várias vezes durante o dia.
Não é bom visto pelo ponto de vista de que eu continuo pensando nele algumas vezes, mas, por outro lado, sinto como se eu estivesse em uma reabilitação e esses são os pontos de recaída que todo dependente tem.
Sim, estou comparando ele com uma droga. A droga mais alucinante e entorpecente que alguém possa ter um dia sonhado em experimentar. Essa droga ainda pulsa em minhas veia e ainda tenta fazer com que eu peça mais e mais e mais daquele que é um sedativo.
Portanto, não me culpo e não me condeno pelas minhas recaídas.
Tem também um segundo ponto nesse raciocínio de que na Ave. Paulista (lugar o qual eu passei a vida inteira) cheira a ele, e remete a ele. E não as minhas lembranças de uma vida.
Decidi hoje, quando estava em meu horário de almoço (que agora faço exatamente em 1hra e como eu bem entender) passeando pela tal Paulista que eu não ia deixar que alguem que nem desta cidade veio atrapalhar as lembranças de um lugar que é meu.
Sim, sinto como se esta cidade fosse muito mais minha do que dele, visto que eu nunca sai daqui.
Enfim, minha, e ele não tem o direito de apoderar-se do que é meu.
(já basta o espaço do MEU coração, mas esse foi só mais um comentário inútil.)
Já em se tratando de novas possibilidades, surgiu outra vez o caso que ficou inacabado pela aparição deste ultimo surripiador de cidade. rs. Pois bem, estou tentando dar uma chance. Assim está bom, e-mails trocados, conversas no msn e por enquanto, sem encontros. Simplesmente não me sinto nem um pouco preparada para seguir em frente e começar um novo relacionamento como se nada do que acopn teceu ainda me ferisse.
E só de pensar em como tudo terminou da ultima vez, já me vem uma infelicidade que chega a enfraquecer as pernas e apertar o coração. SIM, ainda estou muito magoada com a atitude infame e infantil que ele tomou. Não esperava isso dele nunca, mas, ele já mudou demais. Não sei nem se ainda é realmente a pessoa pela qual eu me apaixonei e amei com toda a minha alma.
Mas enfim, se for realmente para acontecer este "novo" relacionamento, que seja da maneira menos pesada posssivel.
AMÉM!
Decidi enfim fazer de uma vez a tatuagem. SIM. me decidi e desta vez não quero nem pensar em voltar atrás.
(mais este também foi um comentário bastante inútil!)
Continuo sempre aqui, atenta a tudo que vem acontecendo e assistindo de camarote e do mais distante possível tudo que acontece com as pessoas que não me sinto preparada para encontrar.
Sei de tudo, nada me escapa como se estivesse sendo tudo atraído pela minha energia de captação. (ou radar de fofoca mesmo)
Estou assistindo como uma espectadora da novela das 21hrs que não pode opinar sobre coisa alguma no enredo que o autor já escreveu.
Mas sei que, daqui a pouco tempo, poderei ser eu a atriz principal sem autor nenhum, encenando sozinha o difícil papel de ser eu, assim, como sou.
Espero que num futuro próximo tenha esta coragem toda de ser a tal atriz principal, por enquanto são apenas promessas....
boa sorte na viagem né!! rs..
s2
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